Digital Influencer

“Digital Influencer”. Não. Dispenso. Muito obrigada.

“Digital Influencer”. Não. Dispenso. Muito obrigada. Primeiramente, tenho pavor a essa expressão. Acho vazia, desalinhada e, por vezes, jocosa. Nem o termo “seguidores” do Instagram me simpatiza. Há uma pessoa, sim, de carne, osso e coração por trás desses textos, mas não sou líder para ter “seguidores”. O que temos aqui são parceiros, amigos, e, acima de tudo, leitores.

Leitores esses, amigos e parceiros, que muito contribuem com suas opiniões e pontos de vistas nas pequenas discussões, opiniões e debate de ideias que levantamos aqui sobre Salvador. Pessoas que não seguem, mas somam e contribuem nessa saudável troca que faz muito (e todo) o sentido.

Todos os dias penso no que irei escrever aqui. Falho, nem sempre tenho os melhores ou mais normais e inspirados pontos de vistas e pautas. Também não quero ter sempre razão ou emitir opiniões unânimes. Aprendo dia após dia. Escrever é um ofício mas também uma paixão. É labor, trabalho árduo, mas também inspiração, liberdade, prazer. É escrever, descrever e reescrever, um looping que quase nunca acaba.

Nesses cinco anos do Diário de Salvador, nem sei o que sou. Criadora de conteúdo, blogueira? Só sei que, na essência, o Diário de Salvador é um site, um facilitador (quem nos dera, um inspirador) de escolhas, informações e pontos de vistas sobre Salvador, a Bahia e, recentemente, destinos internacionais. E sabemos o que não somos: um “digital influencer” como descrito acima.

Que o Diário  de Salvador contribua de alguma forma com Salvador e a Bahia e que sirva de referência e inspiração a todos que se identificam com o nosso conteúdo. E que a gente sempre consiga inspirar e surpreender os que admiram o nosso trabalho com qualidade, originalidade, diversidade e verdade. Errando e aprendendo, sempre!

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