Roteiro de seis dias em Nova York

Estados Unidos | Roteiro de seis dias em Nova York

Nova York, uma cidade sempre em fluxo. Desfrutar de tudo o que Nova York (NY) tem a oferecer durante uma curta viagem é mais que um desafio, é uma impossibilidade, qualquer que seja o estilo de viagem que você irá fazer. Nova York realmente tem tudo. Esta cidade é o lar de milhares de restaurantes, centenas de museus, atrações, jogos e coisas peculiares para fazer. E a sensação é que você nunca sabe o que vai encontrar em Nova York.

Com quatro, cinco ou seis dias será difícil decidir as melhores escolhas a se fazer na cidade. Confiar na intuição, seguir suas preferências ou o acaso e ler bastantes dicas de roteiros já irão ajudar muito. Para contribuir com essa deliciosa missão, aqui vão algumas dicas que podem ajudar na elaboração do seu roteiro sobre o que fazer e ver em Nova York. Good luck! 

→ Roteiro de seis dias em Nova York

→ Dia 1: Times Square, Rockefeller Center, St. Patrick’s Cathedral, Quinta Avenida, Grand Central Terminal e Bryant Park 

Inaugure Nova York indo para a Times Square primeiro (vá de dia e volte outras vezes de noite), pois é uma das coisas mais icônicas de se ver na cidade, e fique na plataforma de visualização para entender tudo. Há uma razão para as pessoas não ficarem ali por muito tempo pois o tanto de gente na escadaria realmente atrapalha a passagem. Você verá como é impossível não ficar bestificado com a quantidade de luzes dos anúncios de neon que fazem com que pareça a luz do dia mesmo no escuro. Uma das principais marcas de NY, essa é uma das primeiras coisas que você precisa ver com os próprios olhos e experimentar. Metrô: 42 St.

A partir daqui, caminhe até a 6th Avenue, também conhecida como Avenue of the America’s. Aqui você verá os enormes arranha-céus de concreto e o Rockefeller Center. O Rockefeller possui um deck de observação que permite uma vista de 360° da cidade e é mais um dos muitos prédios colossais de NY. Ele é tão grande que fica num quarteirão, da 6ª à 5ª Avenida, e no seu caminho para a 5ª você passará pela Radio City e pelos estúdios de TV onde o Saturday Night Live é realizado.

 

De uma certa forma, o Rockefeller é uma armadilha para turistas mas vale a pena ver, especialmente no inverno, com a pista de gelo e a famosa árvore de Natal Rockefeller. Não vi a árvore mas a pista de gelo é muito bonita e legal para se patinar observar as pessoas. Juntamente com as exposições do Jardim Rockefeller, que são decoradas sazonalmente, você também pode encontrar o início de algumas oportunidades de compras, incluindo Kate Spade, a loja Lego (que não é muito grande mas é bem legal) e, do outro lado da rua, a Saks.

A maquete da loja do Lego que reproduz o Rock

Esta é uma das partes mais movimentadas de Manhattan, com multidões de um lado ao outro, e tudo o que você imagina da cidade – passos rápidos, muuuitas sirenes tocando, luzes piscando, tudo em um cenário fabuloso rodeado de enormes, encantadores e modernos arranha-céus.

Parta para a St. Patrick’s Cathedral, uma igreja muito bonita e que espelha a história da própria cidade. Criada para afirmar a ascensão da liberdade religiosa e tolerância, a Catedral de St. Patrick foi construída no espírito democrático, paga não só pelas contribuições de milhares de imigrantes pobres, mas também pela generosidade de 103 cidadãos proeminentes. 

Já com uma ideia de Manhattan, passeie pela fascinante Quinta Avenida, suas transversais e as outras avenidas próximas. Saiba que, quanto mais cedo você fizer isso, menos turistas nas calçadas. Mas não faz mal. Você está em NY também para se esbarrar nas pessoas e falar ‘sorry’, haha. No número 666 da 5th, você encontrará a Uniqlo, uma loja de roupas de frio lindas. Já a Old Navy é uma loja de departamento que vende roupas de frio super em conta e tem em diversos lugares de Manhattan.

Ali próximo, se ache no mapa e siga para o Grand Central Terminal, uma maravilha arquitetônica. Lá dentro você encontrará o saguão principal, escadarias arrebatadoras e um teto fabuloso.

As bilheterias antigas ainda estão em uso, embora mais modernizadas, e você também pode ver os antigos elevadores e caixas de correio. Há muito mais na estação do que apenas os próprios trens e plataformas. No subsolo do Grand Terminal tem uma praça de alimentação mas não há um restaurante ou box que se diga benza Deus. Passei maior tempo aqui escolhendo algo para comer e mesmo tendo variadas opções, nada foi bom. Não coma algo aqui de jeito nenhum. 

O subsolo do Grand Central Terminal

Com o dia quase chegando ao fim, passamos pela Biblioteca Pública de Nova York mas como já estava fechada, foi a hora de fechar o dia com chave de ouro no Bryant Park, que está localizado entre a Quinta e a Sexta Avenida, entre a Rua 40 e a 42. Como era novembro, o parque já tinha ornamentação de Natal e foi simplesmente indescritível ver e sentir Nova York iluminada, fria e enfeitada como nos filmes. Que momento, que cidadeee!

 

A verdade é que não importa a estação do ano, recomendo conhecer e incluir no seu roteiro pelo menos uma passagem por esse parque, em especial, à noite. É de suspirar. Na primavera, a New York Fashion Week é realizada aqui. Foi no Bryant que comi o famoso queijo raclete suíço e ainda feito por um brasileiro. Maravilhoso demais! 

→ Dia 2: Outlet Jersey Gardens Mall 

Se você pretende fazer compras em algum outlet de Nova York, aproveite e vá logo no início da sua viagem. Isso vai te ajudar a não comprar coisas mais caras antes e a não perder tempo entrando em lojas olhando coisas. Por isso, resolvi ir logo no segundo dia. Existem dois outlets famosos em NY, o Woodbury Common Premium, que é mais caro e com grifes mais inacessíveis e o Jersey Gardens, que tem muitas lojas boas, de marcas e bem mais baratas. 

Se você, assim como eu, não pode vai comprar horrores na Prada, Gucci, por ex, o Jersey Gardens é o seu lugar e esse outlet vale muito a pena, independente se você irá comprar pouco ou muito. Aqui você encontrará mais de 200 lojas das mais variadas marcas como Ralph Lauren, Armani, Calvin Klein, Tommy Hilfiger, Coach, Victoria’s Secret, etc. Não à toa, esse outlet é o queridinho dos brasileiros e você verá muitos deles lá puxando suas compras em malas. Se você for comprar muito, não se esqueça de levar a sua, isso vai te poupar muita canseira e transtorno. Eu não levei e me ferrei.

→ Como ir de Nova York para o Jersey Gardens

Vá para a estação de ônibus Port Authority Bus Terminal, que fica na 40th/42th entre a 8th e a 9th Avenues (Metrô: Linha Azul – 42 St). Na estação, suba até o guichê da empresa NJ Transit e compre seus bilhetes. Não se preocupe com os horários, tem ônibus saindo das 08:10 às 17:02, de poucos em poucos minutos (claro que você vai querer ir cedo, né?). Para voltar à NY, a mesma coisa. Tem ônibus de retorno das 12:22 às 22:15. Os ônibus saem do Portão 223, Plataforma 111 da Port Authority; basta seguir as placas e o ponto de retorno é em frente ao outlet. Valor da passagem ida e volta: $ 14.

Logo na entrada do outlet, você verá um balcão vendendo um passaporte que dá direito a (mais) descontos em diversas lojas. Ele custa apenas 5 dólares e, aparentemente, é super vantajoso. Mas eu achei que não valeu pois comprei bastante e ele não me ajudou em nada. Algumas vezes eu esquecia de apresentar, outras, as lojas diziam que já estavam dando o limite de descontos. Não vale a pena, ainda mais que você pega uma boa fila no balcão.

Dentro do outlet, tem praça de alimentação e escolhi a Johnny Rockets por ser super tradicional mas não gostei muito do hambúrguer. Na volta do outlet, jantamos na Pizzaria Buchetta (201 W 103 St), um local pequeno, agradável mas beem razoável a pizza. 

→ Dia 3: Empire State Building, Estátua da Liberdade, Memorial ao 11 de Setembro, Times Square à noite e jantar no The View

Comece o dia nas alturas com uma visão panorâmica da icônica Nova York do Empire State Building. Esse foi o local escolhido para ver NY de cima e acredito que não poderia ter sido melhor escolha. Clássico dos clássicos, o Empire State, por si só, já é uma atração e a vista que ele proporciona da cidade é surreal. 

Localizado no coração da Midtown, são dois observatórios no 86º e 102º andares que oferecem vistas inesquecíveis da cidade. Não é barato o ingresso ($ 40), mas vale a forcinha. A fila é grande. Compre antes o ingresso aqui.  

O observatório do 86º andar fica ao ar livre e é o principal observatório do edifício. Tome cuidado se estiver ventando e fazendo frio pois você congela lá em cima. O observatório do 102º andar fica bem mais alto e você vê a cidade através de vidros e não deixa de ser muito encantador também. Metrô: 33 St.

O observatório de 86° andar do Empire State Building

Saindo do Empire, parta para o Terminal de Balsas de Staten Island e vá via ferry até o outro lado da ilha para ver a Estátua da Liberdade. Com apenas o passe do metrô, essa é a forma mais barata de ver a estátua de perto, caso você não queira pagar um pacote com agência ou fazer o passeio de helicóptero. Eu realmente não recomendaria você gastar uma boa grana com isso. Tem coisas muito mais interessantes para fazer em NY. O ferry passa bastante próximo e dá pra vê-la bem de pertinho. Eu não explorei a ilha, apenas fiz a travessia e aguardei do outro lado o horário do próximo ferry. Metrô: South Ferry.

De volta a Manhattan, caminhe pela área da Wall Street, o distrito financeiro de Manhattan, no sul da ilha. Essa parte não é muito turística e é possível ver melhor os super prédios dessa região. Se não conseguir subir andando, pegue a linha amarela do metrô e solte na Cortlandt St para o Memorial do 11 de Setembro.

As fontes do Memorial do 11 de setembro formam uma imagem forte e comovente. Quantas interpretações cabem para as suas águas que deságuam num buraco negro sem fim? Ter vivido os tempos dessa história e ver com os próprios olhos o local onde tudo aconteceu é muito impactante. Todo o memorial onde ficavam as torres do World Trade Center é lindamente projetado e proporciona uma experiência emocional única.

Os nomes das mais de 3.000 vítimas do ataque terrorista de 11 de setembro estão escritos em torno das fontes e rosas são colocadas nos nomes quando dos seus aniversários. Tudo é muito respeitoso, sereno e um lugar que merece ser visitado. Veja nosso post completo sobre o Museu do 11 de Setembro. As filas para o museu são grandes, por isso vale reservar com antecedência, detalhes aqui. (Valor do ingresso: $ 26).

Saindo do memorial e como já será noite, suba direto para curtir o movimento da Times Square, pois não há nada como vê-la iluminada à noite. Há alguns bons lugares, mas você também encontrará muitas armadilhas turísticas aqui. Fique atento. A Times Square é mesmo impressionante, eternamente com uma multidão de pessoas nela. Não tem pra onde correr, é uma visita obrigatória aqui de noite.

 

No coração da Times Square, está o Hotel Marriott Marquis, onde está instalado o Restaurante Giratório The View e foi lá que nós jantamos e fechamos o dia. Já adianto que o restaurante é bem caro e não gostei. Confira o post completo sobre ele aqui

→ Dia 4: High Line, Chelsea Market, West Village, Brooklyn Bridge e Broadway

Comece o dia na High Line, uma longa via verde contínua de cerca de 2,3 km de extensão. Com mais de 500 espécies de plantas e árvores, ela funciona numa antiga linha ferroviária abandonada que vai da West 30th Street até a Gansevoort Street, dividindo o Chelsea com West Village. Em diversos pontos da High Line acontecem diversificados programas públicos, com intervenções de arte, bancas de livros, mercados ao ar livre, performances, etc. 

Por ela ser extensa, você chega à High Line de algumas linhas metrô. Escolhi descer na 14 St – Linha Azul, por ela ser próxima ao Chelsea Market, próxima e imperdível parada. O Chelsea Market fica numa incrível fábrica antiga e esse mercado foi um dos sensacionais que já entrei! O mercado não é muito grande mas tudo que tem lá parece ter sido escolhido a dedo. As lojas são excelentes, com artigos únicos e os restaurantes idem, muita comida boa, de muita qualidade. Os meus lugares preferidos foram o Chelsea Market Baskets, lugar que tive um super insight quando vi um produto lá e a Kikkerland Chelsea Market. Próximo ao Chelsea Market tem uma loja da Apple, onde aproveitei para comprar meu celular e fugir da agonia da Apple da Times Square.

Próximo ao Chelsea, está o West Village, um dos meus locais preferidos em Manhattan, onde você pode se bater com locais nas ruas, fazendo algum brunch ou compras. Para isso é essencial que seja um domingo. O melhor de tudo é andar pelas ruas, cobiçar (e sonhar) com as lindas casas de pedra marrom que você nunca poderá comprar, rs. 

Ainda pela região do Chelsea, siga em direção ao Flatiron District e passe na Harmon Face Values, uma loja de cosméticos que é um verdadeiro paraíso e os preços são bem mais em conta (6th Avenida, 675). Próximo à Harmon está o restaurante Essen (Avenue of the Americas, 699), um verdadeiro achado, com comida a quilo variada e bem brasileira.

Uma pouco mais à frente, você estará diante do inimitável Flatiron Building. Eu realmente amo este edifício! A Quinta Avenida abre um pouco aqui e a Flatiron Square tem alguns ótimos pontos de fotografia. Essa área é o maior astral e foi onde eu senti algumas das melhores sensações em Manhattan, um déjá vu de sonhar acordado mesmo vivendo a realidade do seu sonho! Filosofei.

Depois de acordar do sonho, rs, siga para a lindíssima Brooklyn Bridge, para pegar o pôr do sol no Brooklyn. Vale muito a pena! O horizonte de Manhattan é fascinante e, em cada ponto que você olha, se torna ainda mais impressionante. Para conferir a apaixonante e cinematográfica Ponte do Brooklyn, pegue a linda azul do metrô e solte na Hihg St. Saindo da estação, o caminho para a melhor view da ponte é exatamente esse: vire à esquerda na Red Cross Place e depois à direita na Cadman Plaza East.  

Se você não for explorar áreas mais profundas do Brooklyn, próximo à ponte está o Brooklyn Bridge Park, que proporciona as mais lindas vistas de Manhattan, além de fotos incríveis bem em frente ao rio. A ponte do Brooklyn e o horizonte deslumbrante de Manhattan estão estendidos à sua frente, por isso, sente-se em um dos bancos ou na grama do parque e deixe-se levar por um tempo.

Próximo ao parque você verá a West Elm, uma loja de artigos para casa que vai ser difícil não querer comprar algo. O bairro do Brooklyn com certeza oferece experiências interessantes e diferentes de Manhattan e eu gostaria de ter tido mais tempo, mas basicamente passei o tempo olhando a vista de Manhattan, haha. Realmente descobrir mais o Brooklyn está na lista para a minha próxima ida.

Uma vez cansado e feliz desse dia cheio, volte para Manhattan e siga direto para algum teatro da Broadway. Assim que você colocar os pés em Nova York, caso queria assistir a algum espetáculo, você já precisa começar a buscar um ingresso mais barato nas bilheterias da TKTS, que fica na escadaria da Times Square, nas bilheterias dos próprios teatros ou na loteria da Broadway através do site https://www.nytix.com/Broadway/DiscountBroadwayTickets/lotterytickets.html ou pelo app. Foi pelo app que consegui o melhor preço para assistir ao Fantasma da Ópera ($ 55).

O Fantasma da Ópera é o musical em cartaz por maior tempo na história da Broadway, já recebendo mais de 50 prêmios em sua história. Ele é encenado no Majestic Theatre (44th, 245 W), um edifício construído em 1927 e com impressionantes 1.645 assentos no teatro. Minha opinião sobre assistir ou não os espetáculos da Broadway é que se você não conhece um pouco da história ou não domine bem o inglês não vale a pena ver. A duração dos espetáculos é bastante longa (esse durou 2 horas e 30 min, com um intervalo de 15 min) e isso pode ser muito enfadonho. Clichê ou não, é uma experiência incomum e interessante. 

→ Dia 5: Museu de História Natural, Edifício Dakota, Central Park e Soho

Primeira coisa do dia, siga para o Museu Americano de História Natural (Linha Amarela ou Azul, 81 St ou 72 St) para conferir dinossauros e muitos outros bichos nativos da América do Norte. É muito interessante ver a diversidade da fauna de uma forma tão realista. Junto ao museu há um planetário muito bacana, que vale a pena assistir a alguma apresentação e se sentir no espaço. Veja nosso post sobre o Museu de História Natural aqui.  

Saindo do museu, e, claro, se você é fã dos Beatles, duas quadras mais abaixo, você encontrará o lendário Edifício Dakota onde John Lennon passou seus últimos dias e onde foi assassinado na porta. Fiquei paralisada por um looongo tempo admirando a beleza, a história e toda a fascinação e mistério em torno desse prédio. Em tempo, não deixe de ler o livro “John Lennon em Nova York: Os anos de revolução” de James A. Mitchell.

Roteiro de seis dias em Nova York

E como você já está em frente ao verdejante Central Park, é hora de adentrá-lo. Que parque, que lugar, viu? Era novembro e tudo parecia um cenário de filme ou fruto da imaginação de tão inacreditável como a natureza consegue produzir paisagens tão perfeitas quanto estas.

O Central Park é tão vasto e com tantos quilômetros de trilhas para passear, que é uma boa ideia ter em mente coisas específicas que você queira ver ou fazer. São muitas opções e atrativos como passeio de barco, patinação no gelo no inverno, zoológico, pavilhões para alimentos e bebidas, ciclismo, cavalos, carruagem, etc. Você pode gastar pouco muito tempo se perdendo aqui, simplesmente apreciando a auge da natureza no coração de uma cidade tão movimentada.

Como estava em frente ao Edifício Dakota, claro, meu foco foi o “Strawberry Fields”, o painel “Imagine” em homenagem a John Lennon e a região ao seu arredor, em especial, The Lake, um lago lindo demais. Se o seu também é esse, desça direto na 72 St (linha azul ou laranja).

Para fechar meu último dia, fiquei pensando se voltava a algum lugar favorito ou simplesmente se passeava num novo bairro. Mas aí lembrei que se eu fosse a Nova York e não conhecesse o Soho, acho eu eu morria do coração. O Soho é uma região pequena e tranquila bem no meio de Manhattan, com inacreditáveis ruas de paralelepípedos e escadas nas aparentes nas fachadas de prédios mais baixos e gracioso.

Mas não iluda com a falsa simplicidade. O Soho junto com NoLita são uma região cheia de galerias, boutiques e restaurantes chiques. E muitos cafés e casas de ruas encantadoras. E minha dica final é aproveite cada minuto porque uma viagem como essa passa tão rapidamente.

Ah, e antes de voltar para o Brasil ou seguir para outro destino, deixe tempo suficiente para pegar uma refeição final de fast food americana (Shake Shack, Chipotle, Donuts…) antes de viajar e volte para o hotel com a sensação de que fez (mais) uma incrível viagem de sua vida!

→ Dia 6: Faça um bate e volta a Washington, DC

A capital dos Estados Unidos da América, Washington DC, é uma cidade revestida de mármore e voltada para o passado. Monumentos imponentes comemoram pessoas, eventos e datas mais importantes da Nação. Para além da quantidade enorme de museus que reúnem inestimáveis ​​tesouros de arte, tudo em Washington respira história e política. Se você gosta dessa atmosfera austera e acha que vale a pena tirar um dia em Nova York, confira nosso post sobre Washington, DC

Na verdade, o bate e volta a Washington não foi no último dia da viagem e nem é recomendável que você faça isso porque pode ocorrer algum problema e isso impactar na sua viagem de volta. O ideal é que você faça as day trip no meio do seu roteiro.

→ Como se deslocar do Aeroporto de New Jersey até Manhattan

Existe a opção de fazer esse trajeto de transporte público mas como iríamos chegar de madrugada e o custo é quase o mesmo valor de um transfer particular que já te deixa na porta do hotel, é muito melhor você reservar algum transfer. Nós reservamos a volta com a Super Shuttle e pagamos em torno de $ 26. O valor varia a depender da área em que você esteja. Eles são super seguros e te pegam e te deixam na porta do hotel. É preciso fazer a reserva pelo site deles.

Caso você não tenha reservado antes, no próprio Aeroporto de New Jersey é possível contactar alguma empresa de transfer. Há painéis com valores e telefones para você pode chamar. Saiba que o espanhol é falado em praticamente todos os lugares de NY e também no aeroporto, portanto você não terá grandes dificuldades. O valor do transfer fica em torno de $ 30.

→ Onde ficar em Nova York

Se você busca um roteiro mais turístico, ficar no centro de Manhattan (Midtown) lhe dará acesso mais centralizado a pé, a uma maior distância possível ou ao alcance de um metrô. Uptown é a área acima da 59th St, Midtown a área entre a 14th St e 59th St e Downtown a área abaixo da 14th St.

Porém, como o metrô serve bem Manhattan, você não ficando muito acima, a partir do Harlem, os deslocamentos são bem tranquilos. Nós ficamos no HI New York City na 103th St e não temos do que nos queixar, um hostel de muita qualidade, não tão caro e bem localizado. Se você puder fazer um esforço e ficar em Manhattan, fique. É outra coisa. Muito melhor ficar aqui que em New Jersey e perder tempo e se cansar com mais deslocamentos. Veja nosso post sobre o HI NYC aqui.

Além da divisão entre Uptown, Midtown e Downtown, as avenida que cortam Manhattan horizontalmente aumentam do sul para o norte da cidade, enquanto as avenidas que cortam verticalmente e crescem de leste para oeste. Tudo o que que fica entre a Quinta Avenida e o East River, é considerado o East Side de Manhattan, e o que fica entre a Quinta Avenida e o Hudson River, é considerado o West Side. Com um mapa em mãos, é beeeem tranquilo de se situar. 

→ Planeje sua viagem para Nova York

Hospedagem em Nova York

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