Filme, documentario, serie e clipe Salvador

Filmes, documentários, séries e clipes sobre ou que se passam em Salvador e na Bahia

Aqui vai uma listinha pra quem está dentro de casa e quer se sentir ainda mais conectado com a cultura soteropolitana/baiana.

→ Filmes, documentários, séries e clipes sobre ou que se passam em Salvador e na Bahia

→ Filmes sobre Salvador

– Bahia de Todos os Santos (1960). A trama gira em torno de um grupo de amigos inconformados com o marasmo e a vida monótona da capital baiana, na época da ditadura de Getúlio Vargas.

– A Grande Feira (1961). O filme revela o racismo e a demagogia eleitoral, ao narrar o drama dos moradores da feira de Água de Meninos. Ameaçados de despejo por uma imobiliária, os feirantes têm de ir a luta para conservar o terreno.

– O Pagador de Promessas (1962). É até hoje o único filme brasileiro e sul-americano a conquistar a Palma de Ouro do Festival de Cannes, na França. A história se passa em Salvador, com tramas, personagens e elementos culturais típicos da velha Bahia colonial. Não há outro mais destacável.

– Barravento (1962). Primeiro longa-metragem de Glauber Rocha, as filmagens foram feitas na praia do Buraquinho em Itapuã e conta a história de uma aldeia de pescadores de xeréu, cujos antepassados vieram da África como escravos e permanecem antigos cultos místicos ligados ao candomblé.

– Sol sobre a Lama (1963). Tem o mesmo pano de fundo de A Grande Feira. Uma comunidade pobre de Salvador organiza resistência contra a destruição da Feira Água de Meninos, lugar de vida e trabalho daquela população, formada por feirantes, pescadores, malandros, prostitutas, bicheiros e crianças.

– Todos os baseados nos livros de Jorge Amado.

– Dona Flor e seus dois maridos (1976 e 2017). Carnaval de 1943 na Bahia. O filme de 1976 conta a história de Vadinho, Dona Flor e Teodoro envolve muito sexo, nudez e uma libertação do desejo feminino que era novidade até então.

– Os Pastores da Noite (1977). Em Salvador, um grupo de amigos, moradores do morro, vive por botequins, terreiros de candomblé e o cabaré.

– Tenda dos Milagres (1977). A narrativa conta a história de Pedro Archanjo, intelectual autodidata que contestou ideias racistas. A Bahia do século 20 e a forte mistura de raças e religiões são temas da adaptação do romance homônimo de Jorge Amado.

– Gabriela (1983). O longa mostra a chegada de Gabriela a Ilhéus, em 1925. Ela fugia de uma das maiores secas da história do Nordeste e com sua beleza e sensualidade, conquista a todos os homens da cidade, especialmente Nacib, o proprietário do bar mais popular da região.

– Jubiabá (1987). O filme narra a história do amor inter-racial entre a filha de um rico comendador e Antônio Balduíno, negro malandro, lutador e amante famoso de Salvador.

– Tieta do Agreste (1996). A volta de Tieta à sua terra natal, a pequena cidadezinha de Sant’Ana do Agreste no árido sertão baiano e a apreensão da família, uma vez que aos 17 anos, Tieta saíra escorraçada de casa pelo pai Zé Esteves, movido pelas intrigas de Perpétua, sua irmã mais velha.

– Quincas Berro d’Água (2010). Se passa por várias ruas e bares escondidos no Pelourinho, com tom de comédia.

– Capitães de Areia (2011). Conta a história de vida de meninos abandonados que moram num trapiche no ano de 1930.

– Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964). Glauber trata de duas formas de contestação social, os quais prejudicam as vidas dos sertanejos: o messianismo e o cangaço, respresentados por Deus e o Diabo, respectivamente.

– O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro (1969). Sequência de “Deus e o Diabo na Terra do Sol”. Matador de cangaceiros contratado para exterminar bando descobre nos criminosos um idealista e revê seus conceitos.

– Meteorango Kid – Herói Intergalático (1969). Um clássico do cinema marginal e underground baiano. De forma despojada, mostra, sem rodeios, o perfil de um jovem desesperado, representante de uma geração oprimida pela ditadura militar e pela moral retrógrada de uma sociedade passiva e hipócrita.

– Boi Aruá (1983). A primeira animação produzida na Bahia levou dois anos para ser concluída e passou por diversos festivais europeus. Baseada no folclore sertanejo, a história trata de um fazendeiro arrogante, cujo o poder é desafiado pela figura fantástica do Boi Aruá.

– Luar sobre Parador (1988). A praia do Rio Vermelho é o destaque da capital baiana, que além de Salvador, Ouro Preto, Rio de Janeiro e Nova York também foram cenários da trama.

– SuperOutro (1989). O filme conta a saga tragicômica de um louco, esquizofrênico, o anti-herói brasileiro, cuja missão é voar. O filme emplacou um jargão conhecido até os dias de hoje: “Acorda Humanidade”. A produção recebeu menção de Gilberto Gil e Caetano Veloso na canção ‘Cinema Novo’.

– Orquídea Selvagem (1990): Os cenários do Rio de Janeiro e da Bahia servem como afrodisíaco para o casal formado pela inocente Emily e pelo experiente James Wheeler.

– Guerra de Canudos (1996). Narra um episódio triste da história do Brasil que aconteceu no sertão da Bahia, entre 1866-1897.

-Woman on Top (2000). O colorido do Pelourinho e a religiosidade do Rio Vermelho são os toques soteropolitanos na trama “Sabor da Paixão”, estrelado por Penelope Cruz que interpreta Isabella, uma sedutora mulher, dona de um restaurante em Salvador que vê a sua vida mudar quando é traída pelo marido.

– Esses Moços (2004). Na história, duas meninas fogem do interior rumo a Salvador. Lá encontram Diomedes, homem de idade que perdeu a memória e vive nas ruas. Juntos eles passam a explorar a cidade, formando uma espécie de família.

– Cidade Baixa (2005). Conta a história de ‘poliamor’ entre uma prostituta e dois homens que realizam transporte marítimo pela Cidade Baixa.

– Meteoro (2006): Com a construção de Brasília, diversas equipes foram contratadas para construir a malha rodoviária, que ligariam a cidade ao restante do país. Entretanto, com o golpe militar a equipe que construía a radial Brasília / Fortaleza foi abandonada. Sem receber provisões, assistência e salários, seus integrantes fundaram Nova Holanda, um pequeno vilarejo localizado entre a Bahia e o Piauí.

– Ó paí, ó (2007). Moradores de um cortiço do Pelourinho compartilhando nosso jeito de falar, nossas festas, lutas e nosso bom humor. Baianidade na veia.

– Contracorrente (2009). Produção italo-baiana, tendo o Nordeste de Amaralina como uma das referências da história do europeu que se encantou pelas belezas de Salvador.

– Besouro (2009). Besouro foi um capoeirista brasileiro da década de 1920, a quem eram atribuídos feitos heroicos e lendários. O filme passa na Rua do Trapiche de Baixo, em Santo Amaro da Purificação.

– Trampolim do Forte (2010). O trampolim do Porto da Barra é o mágico local onde, através dos saltos, Déo e Felizardo buscam a força necessária para enfrentar a sua dura realidade.

– Jardim das Folhas Sagradas (2011). Bonfim vive na Salvador contemporânea e recebe a incumbência de montar um terreiro de candomblé no espaço urbano e para isso precisa enfrentar a especulação imobiliária, o preconceito racial e a intolerância religiosa.

– Depois da Chuva (2013). Com a proposta de retratar a contracultura baiana, o longa é ambientado em espaços como o Colégio Central, o Subúrbio Ferroviário e o Museu de Arte Moderna.

– Irmã Dulce (2014). Narra a trajetória da sua dedicação aos necessitados, doentes e miseráveis da, hoje, Santa Dulce dos Pobres.

– Guitarra Baiana – A voz do Carnaval (2016). Relatos dão conta de que a primeira guitarra elétrica do mundo nasceu em Salvador, Bahia, como parte de experimentos musicais da dupla Dodô e Osmar para o carnaval da cidade, em 1940. O documentário apresenta versões desta história, a partir do depoimentos de alguns dos principais artistas do cenário nacional.

– Café com Canela (2017). Conta a história de Margarida, uma mulher que pela dor de perder seu filho, vive isolada, no Recôncavo da Bahia, São Félix e reencontra Violeta, que vive na cidade de Cachoeira, também marcada pelo luto. O filme mostra o valor da amizade e do afeto, mas também trata de ancestralidade e questões como machismo e homofobia, além de explorar uma respeitosa relação com as cidades do Recôncavo.

– Bônus: Redenção (1959): Primeiro longa-metragem produzido na Bahia e no chamado Ciclo Baiano de Cinema. Antes de sua estréia, no antigo Cine Guarani, o cinema baiano se restringia aos curtas metragens. Bahia de Todos os Santos (1960): Salvador, década de 1940, fez parte do movimento considerado precursor do Cinema Novo. Cinderela Baiana (1998): Cinebiografia excessivamente ficcionalizada da dançarina Carla Perez. Aquaman (2018): Passa algumas imagens da orla da Barra.

→ Documentários sobre Salvador

– Novos Baianos Futebol Clube (1973). Depois de lançarem o clássico álbum “Acabou Chorare”, os Novos Baianos passaram a viver junto em um sítio de Jacarepaguá. Lá, curtiam o auge da carreira vivendo quase em anarquia, em pleno regime militar, dividindo-se entre o futebol, a música e o cuidado com as crianças.

– Salvador 450 anos de história (Passos/1988). Narra, através de 53 vídeos, toda a história dos 450 anos de existência da cidade de Salvador.

– Samba Riachão (2001). Percorre os caminhos da vida de um artista negro, pobre e famoso. O diretor Jorge Alfredo cria faz uma visão panorâmica do samba na Bahia.

– O Milagre do Candeal (BMG Brasil/2004). Retrata a música, religiões de matriz africana e como os projetos sociais ajudaram a modificar a vida de meninos e meninas que moram na localidade. Além do Candeal, algumas entrevistas do filme têm a Baía de Todos os Santos como imagem de fundo.

– Hip Hop com Dendê (Curtadoc.tv/2005). O hip hop chega à Bahia e conquista parte da sua juventude periférica, que mistura grafite, break, rap, DJ, MC e o “pensamento” com as expressões artísticas locais.

– O Bombardeio de Salvador (Curtadoc.tv/2006). Uma cidade de histórias, mas sem memória.

– Além do Jardim (Curtadoc.tv/2007). Felizberto (Zoião) é morador de rua na cidade de Salvador e divide com o espectador sua memória conturbada, seus amores e sua arte.

– Berço Esplêndido (Curtadoc.tv/2007). Morar, comer, dormir, viver. Um bate papo com os moradores de rua de Salvador.

– Barnabé, um Guerreiro (Curtadoc.tv/2008). Solitário, Barnabé vende cartões-postais no Pelourinho há 42 anos.

– Entranhas (Curtadoc.tv/2008). Igatu. Chapada Diamantina. Seu povo e história se confundem com a terra. É nela que eles vivem. É dela que eles arrancam seus sonhos. Um documentário sobre os últimos garimpeiros da região.

– Arte no Espaço (Curtadoc.tv/2009). Quando o assunto é a relação que a Bahia tem com a África, Pierre Verger é uma das referências mais representativas.

– Filhos de João, O Admirável Mundo Baiano (2009). O documentário conta a história do grupo musical Novos Baianos e traça um panorama da MPB dos anos 60 e 70, um dos períodos mais férteis e efervescentes da produção musical brasileira.

– Do Mesmo Lado (Curtadoc.tv/2010). Cachoeira e São Félix, duas cidades irmãs, que partilham os mesmo desejos, dificuldades e raízes. São separadas pela centenária ponte D. Pedro II. É nesse ambiente onde afloram os conflitos e uma rivalidade que por anos marcou as duas, mas hoje só se manifesta no futebol.

– Ferradas, um berço Amado (Curtadoc.tv/2011). Histórias sobre os primeiros anos de vida do escritor Jorge Amado e sobre o pequeno vilarejo de Ferradas, onde ele nasceu, através da memória e da tradição oral dos moradores da cidade.

– Água de Meninos – A Feira do Cinema Novo (Curtadoc.tv/2012). Relembra os filmes “Sol Sobre a Lama” e “A Grande Feira”, que retratavam as condições de vida da sociedade baiana na década de 60, o cenário era a Feira de Água de Meninos que foi incendiada. Hoje a Feira de São Joaquim e seus feirantes vivem situações semelhantes às dos filmes do Cinema Novo, em paralelo aguardam com esperança o início da revitalização e ampliação da maior feira livre da Bahia.

– A História Secreta da Bahia (History Channel/2012). O programa baseia a sua ideia de que cada cidade tem histórias escondidas ou contos, pequenos eventos conhecidos ou fatos desconhecidos para o público em geral.

– Dançando Negro (Curtadoc.tv/2012). A Zabelinha e o Enrolador, duas danças tradicionais, foram resgatadas em 2008 pela comunidade remanescente de quilombo Laranjeira, Igrapiúna, Baixo Sul da Bahia. Dançando Negro é uma costura fílmica das criações artísticas populares afro-brasileiras, dadas como lição de casa que hoje apresentam uma trajetória de conquistas afirmativas.

– Heróis do Brasil – A Independência da Bahia (Sobral-Mendieta/2013). O documentário lança luz não só sobre a história do estado, como também sobre a do país.

– Reisado (Absoluta Cine/2014). Produzido na Bahia, o curta-metragem aborda o legado do Reisado, uma das culturas mais tradicionais do Nordeste.

– Axé – Canto do Povo de um Lugar (Macaco Gordo/2016) Uma espécie de inventário arqueológico do gênero axé music, buscando explicar suas raízes, evoluções, transformações ao longo do tempo.

– Mestre Moa do Katendê – A Primeira Vítima (Paulo Magalhães/2018). O filme visa celebrar a memória do Mestre Moa, seu legado e realizações, e denunciar seu assassinato como um fruto da escalada da violência política estimulada pelo discurso fascista de ódio.

– Toponímia da Cidade do Salvador (Cid Teixeira-IRDEB/2018). A obra traz explicações, curiosidades e a origem dos nomes de lugares famosos da cidade como Pelourinho, Sete Portas, Baixa dos Sapateiros, etc.

– Fevereiros (Debellian/2017). Um documentário sobre a espiritualidade da cantora Maria Bethânia.

– Bando, um Filme de (Kalik/2018). A história dos 28 anos do Bando de Teatro Olodum, a companhia de teatro negra de maior longevidade da América Latina.

– Samba Junino – de Porta em Porta (Obá Cacauê/2019). O documentário musical mostra o ritmo inserido em um movimento de resistência e luta da cultura negra.

– Sou Carnaval de São Salvador (Mandacaru Filmes/2019). A produção retrata a história da festa baiana, transitando pela música, cultura, povo e dança, para tentar entender o motivo do que move o povo a viver a folia.

– Zeferinas – Guerreiras da Vida (Propeg/2019). Filme mostra superação de mulheres e famílias que viviam em condições desumanas naquela que já foi a Cidade de Plástico.

→ Séries sobre Salvador

– Dona Flor e seus dois maridos (1998). A história de Vadinho, Dona Flor e Teodoro ganha as telas da TV, numa comédia que envolve sexo, nudez e libertação do desejo feminino.

– Pastores da Noite (Globo/2002). O universo dos Pastores da Noite é habitado por prostitutas, padres, malandros, pais de santo e camelôs, numa luta pela sobrevivência, onde contam apenas com o espírito solidário e a amizade um do outro.

– Ó paí, ó (Globoplay/2007-2008). Conta a história dos moradores de um cortiço animado do Pelourinho.

– Gabriela (Globoplay/2012). Na Bahia dos anos 20, uma cabocla atravessa a caatinga e chega a Ilhéus para conseguir um trabalho. Alheia aos costumes da época, Gabriela coloca à prova questionamentos morais como o amor, a traição, o ódio, o rancor e o perdão.

– A Desastrada de Salvador (Globoplay/2012). Ao mesmo tempo que ela é linda e doce, também é desorganizada e atrapalhada. Um caos em forma de mulher, ela consegue importunar a vida de todos a sua volta quando o assunto é se arrumar para sair. Vítima de suas próprias fraquezas, ela se esforça para mudar seu jeito atrapalhado de ser. Raquel é Ivete Sangalo.

– O Canto da Sereia (Globoplay/2013). A história de uma estrela da axé music, que vive cercada de admiradores, mimos e dramas existenciais. No auge do sucesso, em pleno Carnaval, ela é assassinada na Praça Castro Alves. Um drama policial maravilhoso!

– Destino Salvador (HBO/2017). A série traz crônicas com olhares de estrangeiros sobre temas como amor, violência, barreiras culturais e diferenças religiosas.

Mais: Capitães de Areia (Band/1989). Dona Flor e seus Dois Maridos (Globo/1989). Guerra de Canudos (Globo/1997). Tenda dos Milagres (1985).

→ Novelas sobre a Bahia

Novelas ambientadas na Bahia: Verão Vermelho (Baía de Todos os Santos, 1969-1970), O Bem Amado (1973), Rosa Baiana (1981), Terras do Sem-Fim (Ilhéus, 1991-1992), Renascer e Gabriela (Ilhéus, 1993; 1961 e 1975), Tieta (Mangue Seco, 1989-1990), Pedra sobre Pedra (Chapada Diamantina, 1992), Tocaia Grande (Sul da Bahia, 1995), O Fim do Mundo (1996), Mandacaru (1997-1998), Porto dos Milagres (Canavieiras, 2001), Paraíso Tropical (Itacaré, Ilhéus, Porto Seguro, Trancoso, 2007), Flor do Caribe (Prado e Cumuruxatiba, 2013), Velho Chico (2016), Segundo Sol (Salvador, 2018).

→ Clipes gravados em Salvador

– The Obvious Child (1990). Paul Simon pôs em relevo o talento percussivo do Olodum, com essa canção e clipe inesquecível no Pelourinho. Vale destacar também o shows deles, em 1991, no Central Park para 750 mil pessoas. Histórico!

– They don’t care about us. Em 1996, o rei do pop, Michael Jackson junto com o Olodum colocaram Salvador em evidência para todo o mundo e é um clipe que até hoje traz retorno para Salvador. A música “Eles não ligam pra gente” tinha o intuito de dar visibilidade para a questão do racismo e do preconceito. Uma outra parte do clipe foi gravado na favela Dona Marta, no Rio de Janeiro.

– Bahia (2014). Embaixador da ONU na África, Alpha Blondy fez as gravações desta canção no Pelourinho e outros pontos turísticos da cidade, como Elevador Lacerda, Mercado Modelo e Praia de Stella Maris também serviram de cenários para outras cenas do DVD.

– Back in Brazil (2018). Uma homenagem musical de Sir. Paul McCartney ao Brasil, tendo como locação diversos pontos de Salvador, especialmente o Pelourinho. Um verdadeiro presente pra Salvador!

Bola Rebola (2019). O single trilíngue rebolativo de Anitta foi gravado nos bairros da Gamboa e do Solar do Unhão.

Outras gravações: As Palavras (Vanessa da Mata), Soteropolitana (Cascadura), Allá Voy Gyal (Mc Babel), Mal Acostumbrado (Julio Iglesias), Estilo Quabales (Quabales), Nostalgia (Vivendo do Ócio). Bola Rebola e Me Gusta (Anitta), Sofrendo Feito um Louco (Luan Santana), Brisa (Silva), Baiana (Emicida).

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