Tem mais Salvador no NY Times na Coluna "36 Hours"

Tem mais Salvador no NY Times na Coluna “36 Hours”

E tem mais Salvador no NY Times! Dessa vez, dentro da Coluna “36 Hours – O que fazer quando você tem 36 horas para conhecer uma cidade”. Lembrando que esse giro do NY Times em Salvador ainda não tem a ver com a indicação da cidade como um dos 52 Lugares para se conhecer em 2019.

→ O que foi falado de legal sobre Salvador

“Mais do que em qualquer outro lugar deste país multiétnico, Salvador está mergulhada na cultura afro-brasileira – do culto das divindades iorubás (orixás), à prática acrobática da capoeira, a uma culinária tingida com óleo de dendê laranja e latente com uma dose mais forte de pimentas quentes do que o resto de língua delicada do país pode suportar”. (Já começou dizendo que só baiano aguenta pimenta no Brasil, hahha)

“Sua energia juvenil e tradições musicais profundas criam uma vida noturna vibrante, muitas vezes ao ar livre, mesmo quando não é carnaval. E quando é – bem, vamos apenas dizer que a versão do Rio parece a hora do chá no Palácio de Buckingham em comparação”. (Geeente, tadinho do Rio, que comparação! kkkk)

“A dourada Igreja e Convento de São Francisco do século XVIII deixará sua mandíbula aberta”. (Oh yeah)

“O Pelourinho é tão Instagramável quanto animado.” (Ahh, que fofo!)

“Certifique-se de ir ao Forte da Capoeira (Santo Antonio) para uma demonstração de capoeira, uma fascinante tradição de artes marciais com origem em rituais africanos trazidos ao Brasil durante a escravidão. ” (Cadê os baianos fazendo isso?)

“Mouraria é um bairro tranquilo de ruas de paralelepípedos com restaurantes e bares que não foram gloriosamente enfeitados para os visitantes”. (Na Times Square também tem pizzarias nada gatinhas)

“Sair de Salvador sem experimentar a moqueca seria tão absurdo quanto uma viagem sem pizza a Nápoles.” (Com certeza!)

“Jorge Amado é o filho literário preferido de Salvador, com romances que costumavam ser retratados como retratos de Salvador do século 20 e do estado da Bahia.”

“Larribar é um dos poucos lugares da cidade que leva os coquetéis a sério.” (Essa vai pro mercado)

“Ao contrário do turístico Mercado Modelo, a Feira de São Joaquim é um mercado enorme, sujo, meio reformado onde, além de inúmeras frutas e carnes e órgãos, você também encontrará ervas medicinais, óleo de dendê, cachaças infundidas até mesmo cordas de tabaco grosso. O destaque é a grande variedade de itens religiosos”. (Literalmente, onde se acha de um tudo na Bahia, rs)

“Em Itapuã, você pode posar sentado ao lado de uma estátua amistosa e barriguda de Vinícius de Moraes, em frente à sua antiga casa.”

“… atraente Praia do Flamengo”.

→ Velhas verdades já sabidas

“O Pelourinho é turístico? Sim. Você deve ter cuidado com os batedores de carteira? Sim. Você pode visitar Salvador sem vagar pelas ruas? Não há chance”. (Eu ainda acho o Pelourinho um lugar muito seguro)

“Infelizmente, as taxas de criminalidade significam que nem todos os trechos da cidade podem ser explorados à vontade”.

“Vendedores errantes sem relação mas tolerados pelo restaurante, cuidarão de suas “necessidades” por cerca de 5 reais.” (Na Mouraria)

→ Sorry (?)

“…mas os serviços de transporte coletivo e baratos fazem com que seja fácil se locomover com segurança”.

“Experimente uma caipirinha, o tradicional coquetel brasileiro feito com limão, açúcar e cachaça. […] Você pode pedir com umbu, uma fruta verde de sabor cítrico, às vezes chamada de ameixa do Brasil.” (Essa é nova).

→ Por onde o NT Times (o jornalista Seth Kugek) passou em Salvador

Locais: Museu Afro Brasileiro, Pelourinho, Forte Santo Antonio Além do Carmo, A Casa do Rio Vermelho, Feira de São Joaquim (comeu sarapatel).

Restaurantes: Mistura Perfeita (Mouraria), Velho Espanha (Barris), Donana, Larriquerrí e Larribar, Chupito (Rio Vermelho), Mistura e Barraca do Lôro.

Leia também: A Rota Gastronômica do NY Times em Salvador

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